Estudo realizado pela Universidade de Copenhague, na Dinamarca, demonstrou que as mulheres estão procurando cada vez mais o futebol. É o que revela o cientista dinamarquês Peter Krustrup, que constatou que, além de interação social, o esporte dá às mulheres ganho de massa muscular, melhora no consumo máximo de oxigênio, no desempenho e na resistência, além de pernas torneadas.
Em linhas gerais, o treino feminino é igual ao dos homens. Exercícios focados na aquisição de resistência física, no planejamento tático e nas práticas coletivas fazem parte da rotina de todo jogador, independentemente do gênero. O que muda é a intensidade. Os homens respondem a cargas maiores porque elas não têm a mesma estrutura corporal.
Além do prazer de fazer parte de um time, há outra grande vantagem de se aventurar pelo tapete verde. Em duas horas, a média é de 700 calorias queimadas.
Além dos benefícios físicos, tornar-se uma exímia jogadora não está longe da realidade. Dependendo da atleta, algumas que chegam com nível técnico muito baixo hoje já têm chance de chegar à Seleção.
Você sabia?
- Antigamente, havia a crença de que o futebol não seria um esporte benéfico para as mulheres, uma vez que poderia ser prejudicial a um organismo ainda não acostumado com grandes esforços. Como os exercícios são feitos com os membros inferiores, acreditava-se também que as mulheres que praticavam o esporte poderiam tornar-se desproporcionais.
- As mulheres só puderam jogar bola em paz no fim da década de 1980. Durante a ditadura militar, uma resolução proibiu que as moças praticassem qualquer tipo de esporte considerado “inadequado”, como lutas, futebol, pólo aquático, pólo, rúgbi e beisebol.

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